Hey, folks! Já faz um tempo que eu não escrevo aqui, né? Tudo, tudo mesmo, tanto o intervalo quanto o que se passou nele, se trata de uma só coisa: 'procrastinação'. A relação entre isso e o intervalo é que no último post eu prometi fazer algo diferente para o próximo post. Planejei uma coisa bem maneira, mas a verdade é que eu fiquei com preguiça de realizá-la, embora tenha me prometido que não postaria caso eu não realizasse o projeto, o que gerou um intervalo grotesco, e o que resultou na minha vontade de atualizar aqui superar a vontade de cumprir a promessa. Acredito que eu esteja apenas adiando-o com este post - e se eu deixei vocês com muitas expectativas; não, não é nada demais -, então logo logo eu posso aparecer com mais notícias.

Como vocês podem imaginar, eu tenho muita coisa pra falar - uma vez que se eu não tivesse passado por nada interessante desde março até aqui, é porque nesse meio tempo eu já teria suicidado -, porém eu não tenho muito ânimo pra transcrever todo esse período. E embora eu tenha muito o que falar, eu decidi deixar o lado mais pessoal para outro post, embora eu posso dar uma pincelada no que anda rolando comigo. Nesse post eu decidi falar mais sobre novos hábitos, séries que ando assistindo, ou já assisti, filmes, livros, musicais, projetos que eu realizei - como um fanzine que fiz em um projeto governamental avulso que se transformou num filho querido -, novos álbuns e artistas que ando ouvindo e um bocado de outras coisas, o que com certeza, fará deste post o maior do blog. Não vai ser tão chato quanto parece...  Na verdade; vai ser sim. Acho melhor você parar de ler por aqui. Tchau!

Bom pra começar eu vou falar sobre os filmes - não se preocupem, sem spoilers. Vou seguir uma ordem cronológica invertida. Talvez isso me permita ir relembrando dos outros filmes enquanto escrevo. A última sequência de filmes que vi foram clássicos da Disney e suas releituras; versões mais realistas. O último que assisti foi Cinderela e Tarzan. Cinderela não possui nenhuma versão realista relevante, embora a Disney tenha lançado um trailer para uma versão mais realista em 2015 que não revela, ainda, muito da obra. Tarzan tem umas 200 versões mundo a fora, eu assisti apenas a mais recente e a de 1999 da Disney. Embora já tenha visto a primeira há muito tempo atrás. Tarzan sempre foi meu filme favorito da Disney - não sei se tem muita relação com minha apatia pelos animais, mas sempre gostei muito de Tarzan e Spirit -, um dos fatores que sempre me influenciou a assistir várias vezes o filme é a trilha sonora. Tanto a original quanto a brasileira é extremamente bem produzida e interpretada por vocalistas fantásticos; Phil Collins e Ed Motta. O roteiro de Tarzan é bem construído, é um filme dinâmico e não me dá muita vontade de falar sobre; todo mundo conhece, e além disso, minha crítica seria bastante imparcial. Cinderela já é um filme à Walt Disney dos 50. Possui 75 minutos de duração, bem fiel à história e não explora muito o que o texto oferece, além de parecer manter uma métrica correta demais, reduzindo muito a distância entre o clímax e o felizes para sempre, deixando uma lacuna no filme.

Eu também reassisti Alice, mas como já comentei tanto sobre o filme original quanto a versão do Burton no Bacon do Stewie, não acho que valha a pena escrever um texto enorme defendendo, de novo, a obra do Tim que é tão fantástica. Junto com ele eu assisti A Bela Adormecida. A versão de 1959 ainda possui essa métrica da Disney de apenas 75 minutos, também é direto, fiel à história, mas é mais bem elaborado, você não sente falta de tantos elementos como sente em Cinderela. O clímax é bem planejado, dura o tempo certo, e ainda gera aquela ansiedade pelo final. O filme ganhou recentemente uma versão realista cinematográfica que contava a história da perspectiva da "Malévola".  O filme mantém uma linha entre a versão original que mantém o filme muito mais dinâmico. Você pode notar que muitos diálogos da versão original são usados na releitura. O filme tem um CG excelente, cenário e fotografia bastante conectados com a versão original além de um roteiro muito bem estruturado. A versão do filme avalia a história de uma maneira menos fantasiosa e um dos aspectos da versão original que sempre me desagradava era a crueldade da Malévola; era nonsense para mim. O filme não falava sobre o personagem, embora seja muito importante explorar um antagonista desses que é capaz de ameaçar o reinado inteiro, o filme só te fala que ela é muito malvada e poderosa. Parece que começamos o filme pela metade, e essa nova versão, Malévola, dá um início à história que a transforma completamente. Embora na cena em que comemoram a captura do príncipe, você nota, no desenho, um semblante de insatisfação na fada má. Porém, a releitura do filme explica de maneira bem verossímil o que gerou essa maldade no personagem. Além disso, o elenco é maravilhoso; Angelina Jolie, Elle Fanning, Imelda Staunton - a diretora da Ordem da Fênix -, Sam Riley - o ator que interpreta Ian Curtis no filme Control que eu comentei parecer com o Skandar Keynes -, Juno Temple e mais uma porrada de gente. Ambas as versões são fantásticas, acho que é essencial que caso você deseje assistir um, assista ao outro. Também existe uma versão australiana contemporânea, é bem mais realista, e acho que vai fugir um pouco do foco comentar sobre o filme.

E já mesclando no assunto, eu assisti tudo que existe sobre O Mágico de Oz. The Wizard of Oz, Journey Back to Oz, Wicked, versões sem áudio, Oz the Great and Powerful, The Wonderful Land of Oz, Oz, Return to Oz e The Dark Side Of The Rainbow que une The Wizard of Oz com o álbum The Dark Side of the Moon. Como é muita coisa eu só vou falar do que é mais importante. Eu sempre fui um amante da história de Oz, embora eu reconheça a origem ocultista do filme. A história mantém uma relação extrema com o livro Liber Oz de Aleister Crowley; o homem mais perverso do mundo, o mago de mil faces, o cara que sonhava em dançar com satã, o maior ocultista de todos os tempos, o muso da música Mr. Crowley e um coadjuvante na capa do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band dos Beatles. O livro é um tipo de conjunto de mandamentos ocultistas com um viés ideológico bastante anarquista e humanista. Ele mantém uma linha bastante similar com mandamentos bíblico ou ainda uma constituição. Talvez leve o leitor a pensar estar lendo um livro do Hitler, já que consegue manter uma linha tênue entre o autoritário, o intrigante e o persuasivo. Suas ideias vagam em mandamentos como "o Homem tem o direito de comer o que quiser; o Homem tem o direito de viver pela sua própria lei; o Homem tem o direito de pensar o que quiser;" e cada um dos elementos são empregados em cada um dos personagens. Aqueles que não sabem amar, pensar ou ter coragem. Além da capa do livro ser bastante similar com o rosto ilusório de Oz criado pelo mágico. Mesmo com as influências obscuras da história, eu sempre fui apaixonado pelo formato do filme, com a maneira que ele se desenvolve e as músicas. É de longe uma dos maiores contos da história cinematográfica. Além de ter lançado a incrivelmente talentosa Judy Garland. O filme dispensa comentários, então eu vou pular para as versões mais importantes. A primeira versão relevante do filme seria Return to Oz, que embora seja com a Dorothy - interpretada por outra atriz -, ele conta com outros personagens, com problema similares, mas que buscam a ajuda do Rei Nome. Que não é tão complacente quanto o OZ. O filme não é tão bem produzido, o elenco não é lá essas coisas, e nem a atuação. Mas o figurino, a fotografia e a realização do filme não deixam tanto a desejar. The Dark Side of the Rainbow é basicamente um vídeo que é bastante intrigante pois revela como o filme e o álbum possuem uma sincronia audiovisual incrível, além de diversas outras coincidências como a ponte por qual a Dorothy atravessa para chegar ao cartomante que possui um formato similar ao da capa do álbum do Pink Floyd  que também pode ser avaliado com a mudança de direção que o filme toma após o momento que Dorothy atravessa a ponte. É muito interessante, vale a pena dar uma conferida. O outro filme que quero falar é o mais recente "Oz: The Great and Powerful"; confesso que a única razão que me fez assistir o filme foi a trilha sonora com a Mariah Carey - que só ficou nos créditos - e acredito que tenha sido uma das poucas coisas que valeu a pena no filme. Digo, se talvez, o filme fosse independente eu até gostaria um pouco, mas Sam Raimi não conseguiu acompanhar o filme, e não fez nada que conseguisse honrar o nível de imaginação, criação e desenvolvimento literário da obra original. Dando uma pincelada na história, é apenas uma releitura do livro que conta a história do Mágico de Oz, desde sua chegada às terras de Oz até o momento em que ele derrota as bruxas más do oeste e do leste. Mas eu confesso que tenho uma apatia pelo James Franco, que interpreta o mágico, talvez pela sua similaridade por um conhecido, mas acho a atuação dele muito boa. Não é um critério relevante para recomendar o filme, mas se quiserem assistir... Dá pra passar o tempo. Wicked eu deixo para a sessão de musicais.

Além disso assisti 400 Blows um clássico Francês que conta a história de Antoine Doinel que se revolta com a educação totalitária e a rejeição de seus pais. O filme consiste em uma crítica bastante genérica à massa da sociedade que educa a futura geração com uma inversão de valores e deveres absurda. A supervalorização dos diplomas, a falta de afeto, de estímulo, atenção. As diferenças sociais e diversos outros âmbitos das sociedades francesas que estavam em conflito com revolucionários. Eu gostei bastante do filme, ele é bastante dinâmico e comunicativo, da pra se identificar bem com a história. O ritmo dele é muito gostoso, nada muito forçado e dá pra assistir mais de uma vez. Além da atuação do protagonista ser fantástica. Eu gosto de analisar atuação infantil, porque normalmente ela está numa linha tênue entre extremos. Ou muito boa ou péssima, e Jean‑Pierre Léaud é realmente muito convincente. Um outro que vi é Detachment que também é uma crítica à educação, mas agora da perspectiva de um professor substituto que tenta pelo menos manter sua classe em ordem já no século XXI americano. Eu dei uma pincelada bem breve nos filmes para não deixar o post enorme, mas eles são muito bons. Eles não tratam apenas desses assuntos, também tratam de ansiedade, insegurança, além de ser bastante pessoal em vários momentos. Os recomendo muito. Bom, tinha mais mil filmes pra falar, mas obviamente não vai dar pra colocar tudo em dia apenas hoje.


Sobre musicais eu vou falar em ordem de apreço mesmo. O primeiro é Wicked que é baseado em The Wizard of Oz só que na perspectiva da bruxa má do oeste, Elphaba. O elenco original é fantástico, Idina Menzel - a que canta Let it go - e Kristin Chenoweth. As músicas são muito bem compostas, tanto a letra quanto as melodias. Eu sou completamente apaixonado por Defying Gravity, provavelmente uma das minhas favoritas da Broadway. O roteiro, embora se trate de um dos maiores clássicos cinematográficos, ainda mantém o respeito pela obra original, e deixa claro que não se trata de um seguimento na mesma linha do clássico. É uma releitura não só com uma história diferente, mas num estilo muito mais contemporâneo, sádico e "Broadway". É um dos meus musicais favoritos, com certeza. Eu também assisti Les Misérables que como musical dispensa comentários, assim como em seu roteiro. Mas não só isso, o filme foi composto por um elenco fantástico, extremamente talentoso, e com uma fotografia maravilhosa, além de ter a minha favorita, Helena Bonham Carter e também com o Hugh Jackman - sim, o Wolverine canta. Confesso que no final do filme deu pra soar um pouco pelos olhos. Mas sendo sincero, se você não gosta de "cantarolia" em filme, eu não recomendaria, mas devia ouvir minha música favorita, On My Own. E além deles, eu assisti Fame, tanto a versão de 2009 quanto o clássico de 1980. Ambos seguem um estilo musical mais Hollywoodiano, eu gostei, fiquei apaixonado por Out Here On My Own, mas não entra nos meus favoritos. O roteiro é muito fraco, é para um público muito específico, e possui atores muito fracos na segunda versão. Outro musical que assisti foi Hair. Hair é um clássico de 1979 que retrata o movimento Hippie na Broadway, é com certeza um dos musicais mais revolucionários. Com casais inter-raciais, apologia às drogas, ao amor imoral e a falta de valores, o filme se tornou um clássico na lista dos musicais "proibidos". Eu fiquei apaixonado pelo filme, e eu procurei bastante e consegui uma filmagem da versão brasileira, que já perdi o link. Ambos são excelentes, possuem o roteiro muito bem estruturado, e já as músicas; além de serem a caráter exigem vocalistas poderosos e possuem uma melodia muito bem construída. Eu acredito que recomendo todos pra quem gosta de musicais, Hair já é mais pra qualquer um mesmo.

Já sobre séries, eu estou vendo Orange Is The New Black, uma série da Netflix que virou moda já faz um tempo - e não é sem razão. A série é muito boa, elétrica, e muito bem realizada. Se trata de uma prisão feminina que recebe Piper, uma mulher avulsa, que não é o perfil exato de uma presidiária, que se envolveu em um tráfico internacional de drogas e que agora tem que cumprir sua pena de 15 meses em um presídio de Nova York. A série se trata da adaptação da personagem com o novo ambiente. Se você curte Grey's Anatomy por causa das sapatão, vai com certeza, adorar. Na verdade qualquer um vai, a série é excelente. Além dela, assisti My Mad Fat Diary que é com certeza minha série favorita - receio já ter comentado aqui - que se trata de um diário da vida de Rae, uma adolescente de 16 anos que sofre de ansiedade, depressão e alguns outros transtornos psicológicos. Ela acaba de sair de uma clínica psiquiatrica e tenta se adaptar ao mundo novamente com uma 'gangue' que conhece através da sua melhor amiga, Chloe. A trilha sonora é de longe a melhor do universo inteiro. Tem Oasis, Radiohead, The Smiths, Joy Division, Blur, R.E.M e tudo o que há de bom. Eu recomendo pra qualquer um, ela é inspirada em uma história real - em um diário de uma mulher que relatava da sua perspectiva essa experiência de uma pessoa extremamente insegura em todos os aspectos que se esforça para desenvolver segurança em todos os ambientes que precise viver, além de desenvolver amor por si mesmo. Também estou assistindo SMASH, uma série musical que descreve o processo de criação de um musical sobre Marilyn Monroe e o desenvolvimento da carreira da protagonista, Karen. Acho que também só é bom pra quem curte musicais.

Sobre música eu tinha muita coisa pra falar. Petantonix, Sia, Radiohead, Panic!, Ariana Grande... Ah, muita coisa. Mas vou falar só do essencial. Hoje mesmo ouvi o novo álbum do Sopor Aeternus. Simplesmente fantástico, tem um "quê" que lembra do Children of The Corn, mas é bastante original, é mais independente e tem músicas maravilhosas. São álbuns sempre bem construídos. Métrica perfeita, até mesmo nos contra-tempos, melodia casando perfeitamente com a harmonia, além da pluralidade da voz da Ana. E estou apaixonado por If You Could Only Read My Mind, que até me lembrou Marli.

Outra coisa é o novo álbum da Amy Lee, Aftermath. O álbum é de longe a coisa mais singular da carreira da artista. O álbum segue um estilo mais experimental, alternativo, industrial e com alguns toques claros da sua personalidade musical que a consagrou como artista que é. A música que mais manifesta essa personalidade é Lockdown que é a favorita dos fãs. Embora muitos fãs não tenham agradado dessa mudança repentina de estilo - que foi apenas para realizar a trilha sonora de um filme -, eu acreditei muito no projeto e não me arrependi. Amy Lee não é apenas uma cantora, mas é multi-instrumentista e excelente produtora. E ela pode explorar bastante os seus talentos nesse novo álbum realizado com Dave Eggar. Você pode notar algumas falhas na métrica ou na harmonia, que soam meio proposital, um estilo mais Björk - inspiração da Amy Lee. A cantora, também, deu luz a seu filho Jack Lion Hartzler recentemente, e não comentou nada sobre o futuro de sua carreira. Embora tenha falado por cima que está cheia de projetos, não fala sobre o futuro da banda Evanescence, e não da certeza sobre sua continuidade. Embora tenha cantado algumas vezes o single Find a Way que sinceramente eu achei extremamente parecido - muito mesmo - com Uninvited da Alanis Morissette, que até agora, foi anunciado como do Evanescence, já que não entraria no álbum.

Falei muito, mas ainda faltou muita coisa. Vou fazer um post falando só sobre Cats que assisti, um especial sobre O Mágico de Oz - que falta muita coisa -, o post pessoal e sobre esses álbuns que estão falando, além dos livros. Dou um intervalo de 4 ou 3 dias de post para post. Até do que falei ainda estou insatisfeito. Mesmo tendo falado pra caramba. Bom, por agora é só isso, vou deixar o fanzine para o post pessoal mesmo! Bejomda

Alô, alô! Eu venho adiando isso já faz um tempo, mas finalmente decidi postar. Como das milésimas últimas vezes, foi o resultado da apatia. Sem vontade de fazer nada, de tentar fazer nada, de pensar em nada, ou ainda, sair da cama. Confesso que não tinha nenhuma razão. A não ser ouvir Mad World mais que beber água. Eu comentei que queria esse projeto um pouco diferente do Bacon do Stewie, mas acredito que falar sobre minha vida se tornou uma área de conforto. Eu não consegui me desafiar a fazer nada de diferente ainda, e além disso, eu quero falar dos filmes que vi e tudo mais. Mas prometo fazer algo de diferente no próximo post, lamento não fazê-lo ainda, mas esse post ainda é apenas uma tentativa de sair desse estado apático. Ultimamente não ando fazendo muita coisa, mas comparado a fevereiro, acredito que Março está se saindo bem produtivo. Pretendo escrever tudo na ordem contrária sei lá por quê. Espero conseguir resumir tudo o que aconteceu nesses últimos dias sem ser cansativo ou mal dosado;

O que é mais recente é um filme que acabei de ver, "It's Kind of a Funny Story". Eu estava querendo um filme para ver hoje, e vi um gif dele não sei aonde, e decidi baixar - eu confesso que se eu visse o título em português antes de baixá-lo, eu teria parado na hora. O título no Brasil foi "Se enlouquecer, Não se Apaixone", o que além de sugerir que o filme é uma bosta, não capta nada do filme. Digo, o romance foi uma interação muito secundária no filme. O título em Portugal é "É Uma Espécie de... Comédia" o que resume muito melhor o filme. Mas não quero ficar o post inteiro falando sobre um título bosta. Eu gostei de ver o filme, embora não pretenda ver de novo. Acho que sei lá, foi só uma boa experiência. Eu não postei o trailer, porque não gostei muito dele, então se quiser assistir o filme, não recomendo começar pelo trailer. Vou falar um pouco sobre o filme, mas sem nenhum spoiler. É só uma sinopse mesmo;


O filme é uma adaptação do romance de Ned Vizzini, que tem o mesmo título do filme. Não fiquei admirado com a produção nem nada do tipo, entretanto, ele tem um roteiro muito bem construído, uma trilha sonora muito boa e não é uma comédia forçada. Acredito que o filme esteja entre uma lista de bons projetos ignorados pela indústria cinematográfica - o filme foi lançado apenas nas locadoras. O filme conta com a menina que faz pelo menos 7 filmes por ano, Emma Roberts - que recentemente participou da produção de We're the Millers com o ator do Eustáquio, Will Poulter e a Jennifer Aniston -, Keir Gilchrist, que parece uma vertente mais feia do Logan Lerman - quanto a atuação - e o tão desperdiçado Zach Galifianakis, que embora seja ótimo, só faz filme merda - que, para deixar claro, abre uma exceção nessa produção. O roteiro deslancha quando o adolescente de 16 anos, Craig (Keir Gilchrist) começa a ter desejos suicidas, e depois de buscar ajuda médica, acaba sendo internado em um hospital psiquiátrico involuntariamente. Lá ele conhece o Bobby (Galifianakis) e a Noelle (Roberts) que acabam desenvolvendo laços muito fortes com ele durante sua estadia. O filme satiriza os jovens classe média americanos, que constantemente se diagnosticam depressivos, sem não terem ao menos, razões. Ele contrapõe um grupo de adultos e adolescentes esquizofrênicos, suicidas, psicopatas e transgêneros com Craig, um adolescente muito frustrado com a rotina. Como disse, o filme não me impressionou, mas foi bastante divertido, e confesso que me fez bem. Então, se você não tem nada para fazer no fim de semana, é uma boa.

Além do filme, esses dias eu me redescobri um pouco musicalmente. Eu estava vagueando entre músicas depressivas do R.E.M e do Joy Division e acabei encontrando Linkin Park. Confesso que nunca gostei muito, e sempre estranhei quem gostava. Era o tipo de coisa, que se eu gostasse de ouvir, não ficaria espalhando por aí. Mas eu decidi ouvir algumas músicas, então prestei atenção na letra, e na verdade, acabei gostando muito - da letra. Fui me acostumando com as músicas, e depois de ouvir 3 álbuns acabei aprendendo a gostar. Como o Gabriel disse, é um estilo muito similar ao do Oficina G3, mas eu nunca tive paciência quando o Mike Shinoda pega o microfone. As minhas letras favoritas são de Breaking the Habit e Roads Untraveled. Como sou muito curioso, não bastou dois dias de Linkin Park que eu já estava procurando sobre a banda, e nesse meio tempo, descobri que Chester(vocalista) já abriu uma loja de roupas, foi abusado pelo padrasto quando criança/adolescente, e gosta de Depeche Mode. Então comecei a me interessar cada vez mais pela banda, e já ouvi a discografia toda. Além disso, me surpreendi ao conseguir ouvir 7 músicas inteiras do Green Day e gostar de todas as letras. Também estou ouvindo muito Chris Isaak, consegui ir além de Wicked Game e estou gostando muito das músicas dele. Acredito que nada além disso. Mas minha surpresa foi porque há 3 meses atrás, esses seriam os últimos artistas que eu estaria ouvindo. Com certeza Wilson e Soraia di Paula estariam muito na frente. Além disso, eu voltei a ouvir Canto dos Malditos na Terra do Nunca e esses dias, eu fiquei viciado na versão do Pentatonix de Say Something.

Eu não me contentei apenas com a música, mas também descobri recentemente que eu posso, além de esperar jogos baixarem, jogar um jogo por mais de um mês. Já faz 5 anos que o único jogo que baixo e jogo é Perfect World - e só jogo nas férias, pra ter alguma coisa para fazer enquanto ouço música -, mas de um tempo pra cá, eu baixei GTA, Bully, The Sims e zerei todos os meus jogos favoritos do Super Nintendo(Super Mario World, Super Mario Bros - The Lost Levels, Super Mario Bros, Super Mario Kart, The Mask, Mortal Kombat II, Super Street Fighter II, Side Pocket, Pitfall, Super Bomberman - que ficou por zerar -, Zelda e Mighty Morphin Power Rangers) por um emulador. E claro, isso tudo durou um mês inteiro em que não fiz nada se não, jogar e ler de madrugada. Bully eu joguei já faz um tempo, acho que foi dezembro/janeiro e foi na mesma época que GTA. Não tive paciência de fazer todas as missões, achei muito cansativo. Eu sou daqueles que acredito - junto com os estudos - que um jogo só pode incitar alguém à violência, quando esse alguém, já tem tendências violentas ou psicóticas - o que é o meu caso - então confesso que eu não fazia mais nada no jogo além disso, e que fiquei tentado, a matar todo mundo aqui em casa, e depois cometer suicídio, e comentar sobre o jogo que jogo - não. Depois disso fiquei jogando os jogos no Super Nintendo, e confesso que entre todos, o mais difícil foi The Mask. Acredito que se eu já não soubesse onde estavam todos os bônus do Mário, eu o teria achado mais difícil, mas não foi o caso. E além disso, recentemente baixei The Sims 3, e comecei a jogar esse fim de semana. Espero que seja uma experiência boa.

Eu também estou querendo, junto com o Gabéz, ressurgir com o Sepphia. Nós estamos juntos com a Iza reorganizando tudo, mas ainda é uma surpresa. O Gabriel sugeriu que se mudássemos o nosso projeto, talvez isso nos estimularia a escrever um pouco. Só a ideia de começar a produzir já foi inspiradora e o Cabs aproveitou uma aula toda de Geografia para escrever um poema, mas ainda não publicou. Acredito que eu também estava com saudades de escrever lá, mas desde que o Marco e o Gabriel entraram na faculdade, e eu fui abandonada pelos meus sete maridos, a gente não conseguiu escrever muito - embora eu tenha postado alguma coisa lá há pouco tempo.

Eu também fui visitar a exposição "Segredos do Egito" no BH Shopping esse fim de semana com a minha família. Eu fiquei maravilhado com todas as esculturas. Eles tentaram colocar alguns textos muito mal distribuídos, mas ficou bastante confuso e avulso. Mas eu amei todas as representações, as peças originais que tinham na exposição e tudo de novo que a exposição me ofereceu. A mitologia egípcia sempre me atraiu bastante e eu conheço bastante sobre ela, mas o máximo que eu conhecia sobre a cultura estava na Bíblia e era muito limitada, se não, qualquer coisa que eu aprendi naquela franquia de 3 filmes da Múmia. Pelo que eu li, ele é um evento internacional. Nele contem peças, roupas, joias, ferramentas, cerâmicas, esculturas, pinturas sarcófagos e múmias. De acordo com minha esposa e professora de História, Raquel Marques, essa exposição tem muita coisa omitida, além de réplicas com placas de original. Mas como ela mesma disse, para os leigos, aquilo tudo é lindo, e eu achei maravilhoso. A exposição está acontecendo no BH Shopping até o dia 19 desse mês. Quem quiser ir, caso você não seja um historiador chato, eu recomendo.

Bom acho que só. Eu também reassisti ao filme "Prime" dublado duas vezes. Eu já achava que não foi o melhor papel da Meryl Streep, depois de ver dublado, percebi que a dublagem só enfraqueceu a atuação dela, mas acho que gosto do filme. No mais eu estou reaprendendo a mexer no Adobre Premiere, agora com o Pro CC. Espero que a experiência seja de alguma valia. Estou com o pressentimento que esqueci alguma coisa, mas não importa, caso eu lembre, deixo para o próximo post. Bom é isso, amo vocês, beijunda. 

Olá! Finalmente consegui ânimo para escrever. Eu acho que estou com coisas para escrever desde o último post, mas eu estou me definhando de preguiça. Primeiro quis esperar meu aniversário, depois quis esperar eu conseguir assistir A Menina Que Roubava Livros - que ainda não vi. Mas acabei com vontade de postar por uma casualidade. Então, acho que o post vai ser longo - na verdade acho que eu quero que seja longo, mas não estou com paciência para de escrever muita coisa. Mas tá...

Bom, para começar, desde o último post, eu fiquei me questionando mais sobre Música ou Letras, mas ainda me sinto confuso. Talvez eu faça os dois, talvez eu feche um curso pela metade e comece o outro - o que realmente me assusta - ou quem sabe eu simplesmente opte pelo certo até lá. Mas de qualquer maneira, depois de ter feito duzentos testes vocacionais, eu só fiquei com mais dúvida. Espero que isso se resolva na minha cabeça eventualmente. Não tenho muito tempo para decidir. Mas de qualquer maneira, permaneço lendo dois livros por dia - não, não são dois livros inteiros - e praticando teclado de madrugada. Confesso que sinto mais prazer lendo, mas acho que é pela prática mesmo. Lembro de como era chato me forçar a ler um capítulo por dia de um livro qualquer - por mais que ao final, eu ficava bastante satisfeito. Além disso, sei que ouço pelo menos 60 músicas por dia - de acordo com meu Lastfm -, então sei que me dou bem com ambas as coisas. Escolher uma é ainda complicado.


Além disso, eu fiquei tão apaixonado por Rent que andei assistindo ele umas 4 vezes desde o último post. Também revi Funny Girl, O Piano, Sr. Ninguém e Dreamgirls - que passou na Globo esses dias. E não consigo ver Dreamgirls sem voltar em todas as músicas para cantar junto. Também, a linda da Iza falou que vai me mandar uma cópia de Cats e FAME. Vou mandar os meus dois rins e o coração em troca. Ah, por falar nisso, estou aprendendo Memory no teclado, e estou mais apaixonado por essa música. Ta quase superando Greensleeves. Mas eu não estou assistindo muita coisa nova, só na reprise mesmo. Até mesmo porque minhas séries favoritas estão todas de férias - algumas durarão até Março, gente -, então estou vendo só velharia. Inclusive, vi todos os filmes de Nárnia, os da edição da BBC e os comentários em áudio de O Leão a Feiticeira e o Guarda-Roupa. Eu não sei como aquele filme me entretém. Cheguei a assistir ao filme 20 vezes quando comprei o DVD. Bom, espero que eu não me enjoe dele, assisto quase todas as férias.

Tive uma semana bastante produtiva; li, postei, fiz poema, ouvi música, pratiquei teclado, revi filmes e séries, postei no Mundonárnia, fiz até vídeo e escrevi muito. Me senti satisfeito com esse início de ano ou de fevereiro, sei lá. Além de tudo, vi que vai passar Nárnia na Globo amanhã. Eu não sei porque assisto, se fico gritando com a globo por causa dos cortes absurdos. Mas é sempre legal ver meus filmes favoritos passando na globo. Espero conseguir acompanhar pelo twitter - nunca consigo. Bom, mas é isso. Estou esbanjando alegria e auto-estima. 

E também nesse dia 27 foi meu aniversário. Até pensei em postar aqui, assim como eu fazia no Bacon do Stewie, mas não sabia o que postar. De qualquer maneira, foi um dia divertido. Fui no teatro e teve uma festa surpresa aqui. O pessoal que acompanha minhas coisas desde o Bacon do Stewie sabe que eu considero o meu aniversário o início do ano. Então fiz algumas metas - apenas uns lembretes mesmo -, não quis escrever nada que fosse muito difícil de acontecer, ou que me frustraria caso eu não realizasse. Também comecei um diário, estou escrevendo realmente todo dia, e tentando deixar ele legível - mas não consegui. Além disso, me sinto bem depois desse dia, uma sensação de renovação, ano novo mesmo. E a linda da Iza me fez esse desenho lindo maravilhoso aí em cima. Tenho que casar quessa molier de novo.

Eu também ganhei um livro da Fran e um da minha mãe. Já comecei a ler o da minha mãe, "Campo de Batalha da Mente" e vou começar o da Fran "As Cinco Linguagens do Amor". Eu ouvi falar do primeiro em um vídeo do testemunho da Becca Barlow, que eu tinha gostado muito. Ela fala muito bem do livro e eu me interessei por ele. Até agora foi mesmo o que eu esperava. Mas imagino que seja um livro bastante produtivo. Além disso, estava relendo "A Menina Que Roubava Livros", e dessa vez só lacrimejei. Como já tinha lido, o fim não me surpreendeu - Não. Vinícius?! Sério? -, mas a leitura é muito gostosa. Estou relendo A Cadeira de Prata e lendo os livros d'A Lenda dos Guardiões. Espero que consiga conciliar tudo isso e a Bíblia, e ler pelo menos um capítulo diário de cada. Voltar ao pique da leitura é mesmo uma sensação ótima. O Gabéz vai me dar "As Vantagens de Ser Invisível" também. Eu curti o filme, achei assim, que a ideia podia ter sido produzida melhor. Talvez devessem sensualizar o drama mais, diminuir um pouco a dose de autismo do protagonista e deixar ele narrar menos o filme. Mas eu até gostei, já assisti umas 5 vezes. Ele tem uma trilha sonora fantástica com The Smiths, TRHPS, David Bowie, Imagine Dragons e outros que não estou lembrando.

E para lacrar o post, quero falar da casualidade que me fez ter ânimo para escrever. Bom, eu andava em constantes guerras com um dos meus melhores amigos, o Pedroka. E acabamos parando de conversar no início do mês. Mas não aguentamos ficar muito tempo separados, e dessa vez eu que pedi desculpas para ele. Foi bom voltar a conversar com a Pedroca, nós botamos o papo em dia e pá. Eu pensei que nós conseguiríamos ficar mais tempo sem conversar, porque somos muito orgulhosos, mas acabei tendo que voltar, porque um cara que eu tenho rixa tava fazendo sucesso. Não pude ficar me definhando sozinho, claro. Daí a gente ressurgiu de novo.

Bom é isso. Acho que não ficou tão grande quanto eu esperava. Espero não ter dado preguiça em ninguém pra ler isso tudo. E aproveitando, quero agradecer a todos vocês, lindos, que me ajudaram com o blog. O projeto já alcançou mil visualizações no primeiro mês, e bastante comentários. Sei que mandei pra gente que nem vai acompanhar o blog de verdade, mas quando acabo de escrever um texto grande fico tipo "I have to share it with the whole world", então não consigo ficar só esperando comentários. Então muito valeu! Tinha muito mais para escrever, mas acho que serve. Se estiver com erro, paciência. Não quero reler...